-->

terça-feira, 19 de outubro de 2010

FESTIVAL PROMOVE INTEGRAÇÃO DAS ARTES EM BELÉM


O Festival de Artes integradas Circuito Polifônico terá sua primeira edição realizada em Dezembro de 2010, prevê a realização de oficinas, workshops, seminários, intervenções artísticas, mostras, shows de artistas e grupos independentes do Pará. O festival está sendo realizado de forma colaborativa por vários coletivos culturais que passam a formar o grande Coletivo Polifônico.

E nesse mês de outubro a programação já está pronta para promover uma série de ações que utilizarão a arte como ferramenta e a interação como proposta. A primeira delas será “O Circuito na Mesa” que acontecerá no próximo dia 22, das 18h00 às 22h00 no espaço cultural Café com Arte em Belém do Pará, serão quatro mesas focadas em temas como comunicação livre, direito autoral, circulação, distribuição, legislação e arranjos produtivos locais, e terá a presença de vários coletivos culturais, pontos de cultura, associações e cineclubes, além dos convidados Painelistas: Rodrigo Bouillet, Coordenador de Rede do Cine Mais Cultura (RJ); Juca Culatra, Representante do Música Pra Baixar (PA); Samir Raoni, Comissão Paraeanse de Pontos de Cultura/Gt Audiovisual (PA) e Macelo Damaso, Representante da Se Rasgum (PA)

E no sábado, dia 23, a partir das 16h, haverá “Arte nossa de Cada Dia”, que vai reunir artistas de todas as áreas como; música, pintura, artes digitais, stickers, grafite, áudio-visual, teatro e mais, para realização de uma imensa pintura comunitária no chão da Passagem do Horto, a fim de lançar em 20 metros de pista, a mensagem que nasce da soma de sensibilidades. Feito a várias mãos, diversas perspectivas, congregando todas as expressões e aberto para todos que quiserem participar de uma intervenção artística conjunta inédita em Belém. Depois, às 18h30, começa um circuito cheio de atrações, que passam pelo Audiovisual, Design sustentável, Artes Visuais, Performances e Jam Sessions, tudo isso com a cobertura completa feita pela Rádio Manga Sonora e Tv Mangueirosa.

O Festival de Artes Integradas Circuito Polifônico trabalha para abrir oportunidades de intercâmbio, circulação de pessoas e bens culturais, fortalecimento de uma rede de relacionamento nacional, democratização do acesso a informação e a produção do conhecimento, bem como a celebração da diversidade brasileira e de estimulo da produção e difusão da música, do audiovisual e da cultura alternativa independente local.

E não termina por aí, a integração é tamanha que a publicidade de todo o festival vai ser produzida dos registros desse dia. Uma transpiração em nome da livre criação. Um dia para consagrar com arte, acreditando que ela liberta.

Continue lendo >>

sábado, 7 de novembro de 2009

O Desenvolvimento e Originalidade do Carimbó

A “Dança do Carimbó” vem do título dado pelos indígenas aos dois tambores usados, de dimensões diferentes feitos de madeira oca e recobertos com pele animal, denominados “curimbó”. Na língua indígena Curi (pau) e Mbo (oco ou furado) que significa “pau que produz som”. Originalmente chamada de Dança do Curimbó (título que ainda é usado em alguns lugares do interior do Pará), ficou nacionalmente conhecida como “Dança do Carimbó”.
Inicialmente, era uma dança apresentada no andamento monótono, como acontece com a grande maioria das danças indígenas. Tendo como características o uso de maracás, flautas no acompanhamento da música, e na dança, o pé arrastado e a postura arqueada. O contato com a cultura africana escrava proporcionou o aperfeiçoamento da dança começando pelo seu andamento, que de monótono passou a vibrar com os batuques africanos. Esse novo ritmo contagiou até os colonizadores portugueses que, pelo interesse de conseguir mão-de-obra para os mais diversos trabalhos, faziam questão de participar e acabaram por acrescentar traços característicos da expressão corporal das danças portuguesas e os dedos castanholando na marcação certa do ritmo agitado como os movimentos das danças folclóricas lusitanas.

As contribuições da cultura indígena, da negra africana e dos portugueses no Pará formaram as raízes do ritmo, que já teria mais de 200 anos de história.
Os principais instrumentos que acompanham a dança do carimbó são os dois “curimbós” (tambores), os músicos ficam sentados em cima e utilizam as mãos para executar o ritmo adequado. Além desses, o ganzá, o reco-reco, o banjo, a flauta, os maracás, afochê, e os pandeiros compõem o conjunto musical característico.
O grupo de dança é formado por homens e mulheres que tradicionalmente se apresentam descalços. As mulheres usam saias coloridas, muito franzidas e amplas, blusas de cor lisa e os cabelos são ornamentados com ramos de flores. Os homens se apresentam com calças de pescador e as camisas com as pontas amarradas na altura do umbigo.
A coreografia se inicia com a formação de uma fileira de homens de frente para uma fileira de mulheres. Quando começa a música os homens vão em direção às mulheres e batem palmas com uma espécie de convite para a dança. Assim os pares se formam e num ritmo vibrante giram continuamente em torno de si, e ao mesmo tempo, giram em sentido anti-horário fazendo um grande círculo. Neste momento podemos ver claramente a influência indígena, já que os dançarinos fazem alguns movimentos com o corpo curvado, sempre colocando um pé na frente.
As mulheres, com posturas graciosas, fazem brincadeiras com os seus pares, segurando a barra da saia. Também é costume os dançarinos girarem com os braços para cima de forma contínua e rápida, o que mostra um pouco da influência das danças lusitanas.
O momento mais típico da “dança do Carimbó” é quando um casal de dançarinos vai ao centro para a execução da famosa dança do peru, “Peru de Atalaia” onde o cavalheiro deve apanhar o lenço que sua parceira colocou no chão, somente com a boca.
O jeito de dançar, de se vestir e os instrumentos são elementos que podem mudar de acordo com a região do Pará em que o ritmo está presente. Mas suas letras são sempre compostas por versos curtos, que falam do dia-a-dia do pescador e do lavrador, dos seus trabalhos, dos seus amores, da sua preocupação com o meio ambiente.
O chamado carimbó de raiz resistiu ao tempo através da transmissão oral nas famílias e dos modos tradicionais mantidos no interior do Pará. Mas devemos a suas difusão aos artistas mais notáveis, grandes compositores e músicos a quem são concedidos o título de Mestre.
Um dos músicos mais conhecidos no Pará foi Lucindo Rebelo da Costa, ou Mestre Lucindo do município de Marapanim no litoral paraense. Suas obras tinham como características constante a natureza e o romantismo.
Outro Mestre muito importante para a história do carimbó foi Augusto Gomes Rodrigues, vulgo Verequete. Neste processo de reconhecimento do carimbó, Verequete exerceu o grande papel de trazer em sua mensagem musical elementos da cultura tradicional reelaborados para um contexto urbano através de suas apresentações com o também tradicional Grupo Uirapuru. Aos 93 anos, tem 12 discos gravados e é a maior expressão artística do carimbó do Pará, por isso é considerado o verdadeiro “Rei do Carimbó”.
Entretanto, o cantor de carimbó mais conhecido no Brasil é o Pinduca, que também foi carinhosamente chamado de “Rei do Carimbó”. Criou ritmos como: Sirimbó, Lári-lári, Lambada e Lamgode. Seu maior interesse como ele mesmo diz, é levar o nosso Estado, a cultura musical paraense e as coisas do Pará, a todos os lugares onde vai se apresentar com os seus shows. Pinduca, gravou 30 discos em trinta anos de carreira.
Vimos que o Carimbó é um grande pilar na cultura paraense, desde sua origem até hoje ele foi se desenvolvendo até se tornar um dos principais ritmos folclóricos do Pará. Sendo hoje um grande atrativo turístico para Belém, onde podemos encontrar grupos de Carimbó profissionais dançando ao pôr-do-sol em vários pontos da cidade.
Mas algo inevitável é a desvalorização dessa cultura entre os próprios paraenses, que muitas vezes ao se depararem com a manifestação agem de forma preconceituosa, deixando de prestigiar suas raízes. Lembrando que os principais grupos e organizações de carimbó estão fazendo uma campanha para tornar o ritmo um legítimo patrimônio cultural brasileiro, fazendo apresentações inclusive para o Ministro da Cultura Gilberto Gil, que declarou apoio à causa.

Continue lendo >>

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Presidentes Ownan !

Campanha paga na web será restrita a candidatos à Presidência

Acordo sobre a reforma eleitoral foi fechado nesta terça-feira no Senado.

Propostas vão ser levadas a plenário nesta quarta em regime de urgência.

                     

                             Reunião de senadores nesta terça em que chegaram a acordo sobre proposta para a reforma eleitoral (Foto: Valdemir Rodrigues/Agência Senado)

 

E eu só tenho duas coisas a dizer : Como cidadão “Graças a Deols”

                                                    Como futuro publicitário “Avalanches de dinheiro estão partindo”

http://bit.ly/1vqXLo

www.twitter.com/raphaelgui

Continue lendo >>

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Não, ele não foi abduzido.

Não pergunte por onde ele andou..

Fantástico encontra Belchior no interior do Uruguai

 

Encontraram o eterno viajante latino-americano que estava sumido, e que a qual já havíamos postado noticias sobre seu desaparecimento.

 

Cantor manda recado para os filhos, diz que está traduzindo as músicas dele para o espanhol e afirma que em breve voltará ao Brasil.

                  

                                      Belch e sua mãe em 1979.Olha que amoroso..

     Encontrado pela produção do Fantástico, através de supostas pistas dadas por anônimos e pessoas que estiveram com o músico.

     O cantor Belchior (também conhecido como Valdir Bigode, seu Madruga e Toston Hellston) foi encontrado num pequeno povoado no Uruguai chamado de Gregório de Polanco que possui pouco mais de 2,5 mil habitantes.

     O peraltucho disse que quer voltar a fazer shows e pretende vir com novos CDs em dois idiomas.

     Acho que Belchior,tinha tanto,mais tanto medo de avião que deixou o carro dele estacionado no aeroporto e até hoje não voltou pra buscar.

O mais interessante, é que a reportagem do Fantástico não nos esclareceu nada,mas ficam aqui o link para maiores informações.irrelevantes

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1286253-15605,00-FANTASTICO+ENCONTRA+BELCHIOR+NO+INTERIOR+DO+URUGUAI.html

Continuo no twitter,comentando e prevendo novos posts

www.twitter.com/raphaelgui

Continue lendo >>

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Vamos lá baixinhoss !!!Vamos salvar a rainhaaaaa…

Ai meu, PARA! Achei que esse assunto ia morrer já, mas sempre tem uma hora que da mais pano pra manga.To me matando de rir desse vídeo de um “fã” da rainha dos duendes e baixinhos.Nele,o tal defende com unhas e dentes a loirusca.

                      

Extremamente sensacional, e claro embalada nessa onda, a rainha ainda quer bloquear o serviço para nós, brasileiros. Censura Xuxa?

(Em alguns momentos,parece que ele quer bater em nós) =x

E pra maiores informações sobre essa ação da loira :

http://www.meionorte.com/noticias,xuxa-processa-e-quer-acabar-com-twitter,80751.html

Agora, meu twitter ja foi desbloqueado após 15 dias de suspensão.Já posso acompanhar as brigas de volta..

www.twitter.com/raphaelgui

Continue lendo >>